Fluxos, automações e workflows
Unified Flow Engine
Seção intitulada “Unified Flow Engine”Para que serve. É o motor de fluxos unificados: define como um pedido é resolvido (categoria → fluxo), com rastreio em tempo real da execução.
Quando o usar. Para configurar e diagnosticar a orquestração dos pedidos.
Como o abrir. No lançador Configurações, Flow Engine.
O que mostra e como se usa. A definição dos fluxos (resolução categoria→fluxo) e o rastreio em tempo real das execuções, para verificares o percurso seguido por um pedido.
O que acontece depois. O fluxo configurado determina o tratamento dos pedidos recebidos.
Notas. É o centro da orquestração.
Automation Rules Editor
Seção intitulada “Automation Rules Editor”Para que serve. Define as regras de automação «se-então».
Quando o usar. Para automatizar reações a eventos (por exemplo, criar um Major Incident quando um Incident P1 ultrapassa 30 minutos).
Como o abrir. No lançador Configurações, Automation Rules.
O que mostra e como se usa. A lista das regras; a janela da regra define trigger (evento), condições e ações (criar/reatribuir/notificar/transição).
O que acontece depois. Quando o trigger ocorre, a regra executa a ação.
Notas. As regras são avaliadas pelo motor de automações.
Scheduled Processes
Seção intitulada “Scheduled Processes”Para que serve. É a consola dos processos agendados (jobs periódicos).
Quando o usar. Para configurar e monitorizar os jobs recorrentes (registry + dispatcher).
Como o abrir. No lançador Configurações, Processos agendados.
O que mostra e como se usa. O registo dos jobs com agendamento, última/próxima execução e estado; o arranque manual e a monitorização.
O que acontece depois. Os jobs são executados pelo dispatcher de acordo com o agendamento.
Notas. Registry + dispatcher + UI dedicados.
Workflow States
Seção intitulada “Workflow States”Para que serve. Define os estados e as transições dos workflows.
Quando o usar. Para configurar os ciclos de vida dos tipos de ticket.
Como o abrir. No lançador Configurações, Estados de Workflow.
O que mostra e como se usa. Os estados e as transições permitidas por workflow.
O que acontece depois. Os workflows determinam o avanço dos tickets.
Notas. Base das transições vistas no Editor (Editor de tickets).
Lifecycle State Machine
Seção intitulada “Lifecycle State Machine”Para que serve. Define os ciclos de vida (ativos/CI) como máquina de estados.
Quando o usar. Para modelar os estados do lifecycle (consulta também Lifecycle State Machine).
Como o abrir. No lançador Configurações / Asset Hub.
O que mostra e como se usa. Os estados e as transições do lifecycle.
O que acontece depois. Determina o lifecycle dos ativos.
Notas. Partilhada com a gestão de ativos.